terça-feira, 6 de março de 2018

Quando comecei a ver as menções a este filme, soube de imediato que tinha de assistir. E foi o que fiz, mal estreou em Portugal, corri p...

Filme Eu, Tonya

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Quando comecei a ver as menções a este filme, soube de imediato que tinha de assistir. E foi o que fiz, mal estreou em Portugal, corri para o ver.
Um filme baseado em factos verídicos, com momentos dramáticos e outros tantos capazes de nos arrancar uma gargalhada.

Eu gostei bastante. Confesso que no final sentia-me muito sensibilizava, a infância dela, o casamento, todas aquelas relações disfuncionais, deixaram-me com um pouco de compaixão pela Tonya.

E o desempenho da Allison Janney? Meus amigos, aquela mulher merecia não um, mas dois Óscares. Amei, amei, amei de paixão o desempenho dela. Esteve impecável, um arraso, dominou todas as cenas em que entrou.
Por isso, fiquei muito feliz por ter recebido a estatueta dourada.

Vamos lá a um pequeno resumo (retirado do Público), sem desvendar demasiado, mas para tentar deixar-vos com vontade de ver o filme.

Desde muito cedo que Tonya Harding revelou um extraordinário talento para a patinagem. Essa aptidão, aliada a uma prática diária intensiva com a treinadora Diane Rawlinson, fez dela uma das mais brilhantes patinadoras no gelo de todos os tempos. Aguentando maus-tratos e humilhações por parte da progenitora – uma mulher autoritária e ambiciosa que esperava enriquecer à custa do sucesso da filha – e, mais tarde, de Jeff Gillooly, o homem com quem casou aos 18 anos, a atleta acaba por sofrer pressões de vários tipos. A um mês das Olimpíadas de Inverno de 1994, Tonya se vê envolvida num escândalo com a sua compatriota e rival Nancy Kerrigan. Esse terrível incidente, que fez manchetes nos jornais de todo o mundo, marcou o princípio do fim da sua carreira...



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